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Ciro Gomes descarta disputar o Palácio do Planalto, e PSDB diz que vai procurar "alternativas"

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 11 de mai.
  • 2 min de leitura

O tucano, que voltou à sigla tucana depois de quase 30 anos, vai concorrer ao governo do Estado do Ceará


Candidato em quatro eleições presidenciais, o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) comunicou ao partido que não topa disputar novamente a eleição para o Palácio do Planalto.


O tucano, que voltou à sigla depois de quase 30 anos, vai concorrer ao governo do Ceará, Estado que comandou no início da década de 1990.


A eventual candidatura à Presidência seria uma forma de o PSDB ter um nome conhecido no jogo e impulsionar o número da legenda, que minguou ao ponto de ficar sem um governador sequer no país.


Há quatro anos, os tucanos não tiveram um nome próprio na corrida presidencial pela primeira vez na Nova República.


— Recebi, hoje, telefonema do ex-governador Ciro Gomes informando, formalmente, a intenção de lançar oficialmente a sua pré-candidatura ao governo do Ceará no próximo final de semana — afirmou em nota o presidente nacional do partido, Aécio Neves.


— O PSDB continuará debatendo alternativas para o Brasil nesse momento em que a polarização e o radicalismo vêm impedindo a apresentação de um projeto consistente de retomada do desenvolvimento econômico e social do país.


Nas pesquisas para a eleição do Ceará, Ciro aparece com bom desempenho. A última Genial/Quaest, por exemplo, mostrou o ex-PDT à frente do governador Elmano de Freitas (PT).

Ele fica atrás, no entanto, quando o petista testado é o ex-ministro da Educação Camilo Santana, também ex-governador.


Na quinta-feira da semana passada, Camilo descartou a possibilidade de disputar o governo do Ceará nas eleições de 2026. Em entrevista concedida em Fortaleza, ele afirmou que seu candidato ao Palácio da Abolição é o governador Elmano de Freitas.


Último tucano a chegar ao segundo turno de uma eleição presidencial, feito alcançado em 2014, Aécio assumiu há poucos meses a direção nacional com o objetivo de fazer o PSDB retomar a vitalidade.


Existe, antes de tudo, o desafio de sobreviver à cláusula de barreira, que impõe condições mínimas para que os partidos tenham acesso ao fundo partidário, por exemplo.



Créditos: O Globo e Band CE

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