Jornal diz que Raquel já definiu Túlio Gadêlha e Miguel Coelho como seus candidatos ao Senado
- Jason Lagos
- 15 de jul.
- 2 min de leitura

A governadora inicia agora uma nova etapa, e como ela mesma diz: a política no tempo da política
Matéria publicada nesta quarta-feira (15) pelo jornal Folha de Pernambuco afirma que a governadora Raquel Lyra (PSD) já definiu os nomes que terão seu apoio para a disputa pelas duas vagas na Casa Alta: Túlio Gadêlha (PSD) e Miguel Coelho (União). Segue íntegra da matéria.
Em conversa com algumas pessoas na noite de ontem, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), afirmou, durante evento no Recife, que o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil) e o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) serão seus candidatos ao Senado.
Com a decisão, tomada a menos de 20 dias da convenção estadual do partido, a chefe do Executivo resolve o impasse que a Federação União Progressista não conseguiu desfazer.
Nos últimos dias, Raquel Lyra teve, pelo menos, três encontros com os principais líderes locais e nacionais do União Brasil e do Progressistas - partidos que integram a federação. E desde o início sinalizou suas preferências, justificando as escolhas.
Havia oferecido a vaga ao presidente estadual da federação, deputado Eduardo da Fonte (PP), e ele recusou. A situação se complicou mais depois que o parlamentar abriu canal de negociação com o principal adversário da governadora e também pré-candidato, João Campos (PSB).
Os escolhidos sustentam o requisito principal da gestora: o de querer ao seu lado os que querem estar ao seu lado. Miguel Coelho, embora tenha temporariamente estado com João Campos, foi o primeiro a declarar apoio a então candidata, ainda no segundo turno das eleições de 2022.
Mas sempre assegurou que as portas nunca ficaram fechadas. É um nome de força política além do Sertão e que transita bem na centro-direita.
Já o deputado Túlio Gadêlha é sua ponte com o presidente Lula, garantindo o voto mais à centro-esquerda. A governadora inicia agora uma nova etapa, e como ela mesma diz: a política no tempo da política. E ele chegou faz tempo.



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