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Flávio reduz distância de Lula e se firma como principal candidato da oposição, mostra Genial/Quaest

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

Nas simulações do segundo turno a pesquisa testou sete cenários, todos eles com Lula presente


A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), indica redução na distância entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) nas intenções de votos para as eleições presidenciais de outubro.


O levantamento indica que Flávio está se consolidando na disputa presidencial como principal opositor de Lula. Com percentual de 28% no primeiro turno, conforme a Quaest de janeiro, o senador cresceu 3 pontos percentuais, alcançando 31% na pesquisa de fevereiro. Enquanto Flávio reduz a distância, Lula fica estabilizado, com 37%%.


Lula só empata contra Flávio Bolsonaro em 1 dos cenários de primeiro turno, quando o 2º candidato da direita é o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD). Nesse caso, Lula fica com 37% e Eduardo com 33%, configurando empate técnico no limite da margem de erro.


Já nas simulações do segundo turno, a pesquisa testou sete cenários, todos eles com Lula contra um opositor. Foram testados os nomes de Flávio, dos governadores Ratinho Jr. (PSD), Eduardo Leite (PSD), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), de Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC).


O filho de Jair Bolsonaro é o que possui pontuação mais alta em relação ao presidente petista, com 38% das intenções contra 43% de Lula. O segundo mais competitivo é Ratinho Jr, que detém 35% contra os mesmos 43% de Lula.


A diferença de Lula para Flávio Bolsonaro caiu para cinco pontos percentuais. Em dezembro, a vantagem do petista era de dez pontos (46% a 36%).


A permanência do presidente Lula no comando do País é mal vista por 57% dos eleitores, segundo a Quaest. Outros 39% dizem acreditar que o presidente merece mais quatro anos à frente do Palácio do Planalto.


De janeiro para fevereiro, a variação foi residual e na margem de erro. Antes, 56% diziam que ele não merecia mais quatro anos na Presidência e 40%, que ele merecia. A diferença subiu dois pontos porcentuais nesse período.


Na avaliação de governo, os índices permanecem estáveis, com 49% de desaprovação e 45% de aprovação, oscilando dentro da margem de erro.


O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas entre 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos. No TSE, a pesquisa tem o registro BR-00249/2026.



Créditos: Metrópoles e CNN Brasil

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