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Senador Girão critica "banheiro unissex” do governo Lula no plenário do Senado

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 25 de set. de 2023
  • 2 min de leitura

Ao discursar no plenário do Senado nesta segunda-feira (25), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) voltou a criticar o governo do presidente Lula. Para o senador, Lula defende o aborto, a maconha, valores contra a família e é amigo de ditadores.


Como exemplo de pautas que seriam contrárias à família, Girão citou a criação de banheiro unissex em escolas e disse que o governo está se valendo do aparato estatal para fazer avançar a agenda de gênero nas escolas, inclusive envolvendo estudantes menores de idade.


Na avaliação de Girão, trata-se de um estelionato eleitoral, já que, na campanha do ano passado, Lula teria dito ser contra a maconha, o aborto e outras pautas.


“Quando a gente tentava dizer isso, o TSE multava a gente. A verdade pode demorar, mas aparece”, declarou o senador, que também criticou a saída do Brasil do Consenso de Genebra, declaração assinada em 2020 em que governos de dezenas de países condenam o aborto.


Girão ainda criticou a iniciativa do ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, de acionar a Advocacia-Geral da União (AGU) contra a divulgação do que a pasta classifica de fake News.


Deputados como Nikolas Ferreira (PL-MG) e Filipe Barros (PL-PR) afirmaram nas redes sociais que a resolução do Ministério dos Direitos Humanos sobre o uso do nome social abre margem para a adoção de banheiros unissex nas escolas públicas.


Nos artigos 5º e 6º, que tratam sobre o uso de banheiros por pessoas transexuais, a resolução define que: No documento, o governo entende como conceito de expressão de gênero como “a forma em que cada pessoa apresenta o seu gênero através da sua aparência física –incluindo a forma de vestir, o penteado, os acessórios, a maquiagem– o gestual, a fala, o comportamento, os nomes e as referências pessoais, e recordando, além disso, que a expressão de gênero pode ou não coincidir com a identidade de gênero da pessoa”.


O documento também orienta pais e estudantes transexuais a denunciar a órgãos de proteção a criança e adolescentes as instituições que se negarem a adotar uso do nome social ou acesso a banheiros e espaços segregados por gênero.


O anúncio da resolução causou muita repercussão negativa para o governo Lula, vinda até mesmo de lideranças da chamada esquerda radical, como o presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta. Clique no vídeo e veja como foi a reação do dirigente partidário.



 
 
 

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