Paraná Pesquisas mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula pela segunda vez em cenário de segundo turno
- Jason Lagos
- há 23 horas
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A Paraná Pesquisas ouviu 2.080 eleitores em 158 municípios do Brasil de 25 e 28 de março de 2026
Levantamento divulgado pela Paraná Pesquisas nesta 2ª feira (30) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ficam empatados em cenários de 1º turno e 2º turno na disputa pelo Planalto.
Para o 1º turno, o petista obteve 41,3% das intenções de voto e Flávio 37,8%. Considerando a margem de erro (2,2 pontos percentuais), trata-se de um empate técnico. Em seguida, aparece o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 3,6%.
A pesquisa também testou um eventual embate entre o atual chefe do Executivo e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os dados reforçam a consolidação e o crescimento de Flávio como principal nome da direita. O senador tem 45,2% das intenções de voto contra 44,1% de Lula.
Esta é a 2ª vez que Flávio aparece numericamente à frente do presidente. Em fevereiro, Flávio aparece com 44,4% e Lula com 43,8%. Permanece um empate técnico. Porém, em 1 mês houve uma oscilação desfavorável para o incumbente na diferença de pontos percentuais entre o petista e o filho de Jair Bolsonaro: passou de 0,6 para 1,1.
A taxa de eleitores que dizem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não merece um 4º mandato chegou a 53,3%. Era 52,2% em fevereiro. Há ainda 43,7% que acham que o petista merece mais 4 anos no Planalto.
O levantamento mostra que o Nordeste é a região que mais considera que Lula merece a reeleição: 54,8%.
O Sul é a região do país que mais considera que Lula não merece vencer a eleição presidencial, com 66,1% dos entrevistados respondendo nesse sentido. Na sequência, estão Norte + Centro Oeste (59,5%) e Sudeste (53,6%). No Nordeste, 42,6% disseram que o petista não merece ser reeleito.
A Paraná Pesquisas ouviu 2.080 eleitores em 158 municípios do Brasil de 25 e 28 de março de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o intervalo de confiança, de 95%. O estudo está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o nº BR00873/2026.
Créditos: Poder360




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