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Flávio Bolsonaro planeja tête-à-tête com líderes evangélicos e católicos e evento com religiosos

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 27 de fev.
  • 2 min de leitura

O senador, que se declara evangélico, mira atrair o eleitorado religioso, tal como fez o pai, Jair Bolsonaro


Em busca do eleitorado religioso, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, deve reforçar as conversas com líderes religiosos, tanto evangélicos quanto católicos.


Segundo aliados do senador, a ideia é que Flávio procure individualmente pastores e padres a fim de explicar suas pretensões, caso seja eleito presidente.


O senador também planeja fazer um evento com as principais lideranças evangélicas do País em breve, ainda sem data definida.


Nesta sexta-feira, 27, por exemplo, Flávio visitará o pastor José Wellington, presidente da Assembleia de Deus – Ministério Belém, uma das igrejas evangélicas mais influentes do País.


José Wellington preside a Convenção Fraternal e Interestadual das Assembleias de Deus do Ministério do Belém no Estado de São Paulo, que afirma contar com 8,3 mil templos associados e dois milhões de membros. Ele também é presidente de honra da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, que seu filho preside.


A denominação Assembleia de Deus no Brasil é descentralizada, então os “pastores presidentes” variam conforme a convenção. Outras “alas” são, por exemplo, a Assembleia de Deus - Vitória em Cristo, comandada pelo pastor Silas Malafaia, e a Assembleia de Deus Madureira.


O senador, que se declara evangélico, mira atrair o eleitorado religioso, tal como fez o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para isso, Flávio viajou a Israel e investe na publicação de orações e versículos bíblicos em suas redes sociais.


A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro, com apoio do pai, não foi bem recebida por algumas lideranças religiosas. É o caso de Marcos Pereira, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus e presidente do Republicanos, partido de Tarcísio, que não compareceu a uma reunião com Flávio e líderes dos partidos do Centrão.


Após o anúncio de Flávio como pré-candidato a presidente, Silas Malafaia, um dos pastores mais atuantes do bolsonarismo comentou que “o amadorismo da direita faz a esquerda dar gargalhadas”.



Créditos: Estadão

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