Flávio avalia ao menos 9 nomes para vice; perfil empresarial avança
- Jason Lagos
- 8 de abr.
- 2 min de leitura

O avanço de nomes do setor produtivo ocorre em paralelo à intensificação da agenda com empresários
A pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência tem ao menos 9 nomes cotados para a vaga de vice, em lista que reúne perfis políticos e empresariais. Nos últimos dias, a tendência de escolha de um nome ligado ao setor produtivo ganhou força.
Apesar do afunilamento, a definição do nome para a vice não é tratada como urgente. Também não será o próximo passo da campanha. O foco nesse momento está na consolidação de palanques estaduais e alianças regionais.
Flávio já reúne 20 palanques considerados sólidos –patamar superior ao de Jair Bolsonaro (PL) no mesmo estágio da corrida presidencial de 2022, quando tinha 10. A avaliação interna é que a falta desses palanques foi um dos principais fatores da derrota do então candidato à reeleição. Por isso, o tema é tratado como prioridade absoluta.
Nesta 5ª feira (9), Flávio vai a Campo Grande. O principal nome no Estado é o da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que também é cotada para a vaga. Seu perfil está entre os que mais agradam à campanha: é mulher, tem longa carreira política, foi ministra da Agricultura no governo anterior e vem do mundo empresarial.
Na 6ª feira (10), estará em Porto Alegre (RS). O foco é o mesmo: fechar palanques. No Estado, o partido vai lançar o deputado federal Coronel Zucco (PL-RS) como candidato. Flávio participa do ato. Zucco lidera as pesquisas de intenção de voto.
Entre os nomes cotados para a vice está a deputada federal Simone Marquetto (PP-SP). Ela se encontrou com Flávio nesta 3ª feira (7). É bem avaliada, mas não há definição.
O avanço de nomes do setor produtivo ocorre em paralelo à intensificação da agenda com empresários. Em São Paulo, Flávio participou de jantar organizado pelo presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf. Também participaram o governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), além de representantes do setor privado.
A avaliação da campanha é que o vice deve agregar mais do que identidade política: a escolha tende a considerar capacidade de ampliar alianças, facilitar interlocução com o mercado e reforçar presença em regiões estratégicas.
Créditos: Poder360




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