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Congressistas pró-vida criticam Lula por promessas descumpridas na carta aos evangélicos

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 24 de ago. de 2023
  • 2 min de leitura

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Deputados e senadores contrários ao aborto criticaram nesta 4ª feira (23) a carta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escreveu aos evangélicos quando o petista ainda estava em campanha eleitoral, em 2022.


Integrantes da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Família e da Vida se reuniram no Salão Verde da Câmara e também criticaram a resolução 715 do CNS (Conselho Nacional de Saúde), sobre as diretrizes para o Plano Plurianual e para o Plano Nacional de Saúde.


Na carta, divulgada em 19 de outubro do ano passado, Lula afirmava ser pessoalmente contra o aborto e que, caso eleito, teria o “compromisso com a vida plena em todas as suas fases”. Nesta 4ª feira, os congressistas pró-vida disseram que o chefe do Executivo fez um “estelionato político” ao escrever a carta e não cumprir as promessas.


Eles mencionaram a resolução 715/2023 do CNS que, entre outros tópicos, cita a “legalização do aborto” como uma das diretrizes a serem adotadas na estratégia nacional de saúde.


Para o senador Eduardo Girão (Novo-CE), Lula está “fazendo tudo ao inverso” do que disse na carta aos evangélicos. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), por sua vez, disse que o governo está “ideologizando a saúde”.


Além do aborto, os congressistas também criticaram trechos da resolução que mencionam políticas LGBTQIA+ e reconhece os terreiros de matriz africana como equipamentos promotores de saúde e cura complementares do Sistema Único de Saúde , o SUS.


O senador Magno Malta (PL-ES), presidente da Frente em Defesa da Família, criticou a ministra da Saúde, Nísia Trindade, a quem chamou de “ativista comunista”. Segundo o congressista, ela “não tem qualquer tipo de relação com a saúde”, já que a ministra tem formação em ciências sociais.


Integrante da bancada evangélica, o deputado Eli Borges (PL-TO) chamou Nísia de “ministra da morte”. Ele presidiu a frente evangélica no 1º semestre deste ano e deve ocupar o cargo novamente em 2024.


Durante o pronunciamento dos congressistas contra o aborto, duas deputadas discursaram. A 1ª foi Priscila Costa (PL-CE), que está grávida. Em sua fala, a congressista exibiu uma miniatura de um feto, entregue a ela pelo senador Magno Malta.


A deputada Bia Kicis (PL-DF) também discursou e disse que o documento do CNS “estimula o aborto” e a “sexualização precoce” das crianças.


Créditos: Poder360

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