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1º de maio esvaziado de Lula aumenta pressão de petistas por mudanças na equipe

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 3 de mai. de 2024
  • 1 min de leitura


O esvaziado ato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com centrais sindicais, que reuniu menos de 2 mil pessoas em São Paulo em pleno 1º de Maio, de acordo com a USP, provocou não apenas um mal-estar generalizado entre petistas como aumentou a pressão interna por mudanças no primeiro escalão no governo.


Depois de tomar bronca do próprio Lula, que disse que o ato foi ‘mal convocado’, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo entrou na mira de ataques de diversas alas do PT, especialmente da bancada do partido na Câmara dos Deputados. Cabe ao ministro a relação entre governo e movimentos sociais.


“Se tivesse sido bem informado sobre a baixa expectativa de público, Lula não precisaria ter confirmado a presença”, disseram aliados do presidente ao jornal Folha de S.Paulo ao indicarem vários erros cometidos na organização do ato do que celebra o dia do trabalhador.


O entorno de Lula (PT) aponta uma série de erros na organização do ato em comemoração do Dia do Trabalhador, na quarta-feira (1º), e na própria participação do presidente. O time do presidente tem reverberado o discurso crítico de Lula e culpado o ministro da Secretaria-Geral, Márcio Macêdo (PT), pelo fracasso do ato. Ele é o responsável no governo pela relação com os movimentos sociais e, segundo aliados, estimulou o mandatário a participar do evento.


O fiasco de público no ato de 1º de Maio causou desdobramentos no Palácio do Planalto. Daqui para frente, garantem interlocutores, haverá um filtro mais rigoroso para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva marcar presença em eventos.


Créditos: O Globo, Brasil 247 e Estadão

 
 
 

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