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Tarcísio reafirma apoio a Flávio Bolsonaro e diz que direita estará unida em 2026

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 16 de jan.
  • 2 min de leitura

“Toda a direita vai estar unida em torno de um nome. O meu nome é o Flávio”, disse o governador


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reafirmou apoio ao senador Flávio Bolsonaro como nome da direita para a disputa presidencial nesta quinta-feira (15), em Suzano, interior paulista. Segundo ele, o campo político estará unido em torno de um candidato que represente mudança de rumo para o país.


“Toda a direita vai estar unida em torno de um nome. O meu nome é o Flávio”, disse o governador, ao confirmar que o senador conta com seu apoio. Para Tarcísio, o debate passa pela necessidade de uma liderança com capacidade de gestão para enfrentar os desafios atuais do Brasil.


O governador afirmou que o país vive uma crise fiscal “já contratada” e destacou que, além das dificuldades econômicas, há uma crise moral. “Os problemas são sérios. A gente precisa de um gestor que tenha liderança para resolver essas questões”, afirmou, ao defender uma mudança no comando do país.


Tarcísio também criticou o PT (Partido dos Trabalhadores), dizendo que a sigla estaria “ultrapassada” e não apresentaria respostas aos desafios atuais. Na avaliação do governador, a permanência do partido no poder poderia fazer o Brasil perder oportunidades importantes.


Ao comentar referências ao termo “CEO” em discursos e eventos, o governador disse que a ideia não está ligada a um ambiente empresarial específico, mas ao conceito de gestão. “Quando se fala em gestor, é porque o país precisa mudar de rumo”, afirmou.


Segundo Tarcísio, a mensagem defendida por ele e por aliados é clara: a união da direita em torno de um nome que simbolize oposição ao PT e uma nova direção para o país.


Também nesta quinta-feira, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), declarou, durante a Lavagem do Bonfim, que é pré-candidato à Presidência e que o país "não suporta mais o nível de corrupção e violência". 


"Chegou o momento que o Brasil já não suporta mais o nível de corrupção e violência que tomou conta hoje. Goiás hoje cresce o dobro, tem a melhor educação do Brasil, tem a melhor segurança e de emprego e renda", disse.


Ao avaliar o cenário eleitoral nacional, Caiado apontou que a estratégia deve ser lançar diversos candidatos, evitando a concentração de forças em um único nome, o que, segundo ele, favoreceria o presidente Lula e o PT.


"Nós sabemos que essa unidade faz muito mais interesse para o PT do que realmente para nós ganharmos as eleições. No primeiro turno, você vê que todos os candidatos de direita que ganaram as eleições, em países da América Latina, também organizaram as eleições no primeiro turno e, no segundo, ganharam as eleições. Então o governo do PT quer concentrar o bombardeio em apenas um candidato. Nós da oposição teremos vários candidatos, como eu, Flávio Bolsonaro, Zema, Ratinho Júnior. Um vai atravessar, e ele vai ganhar as eleições", afirmou.


Caiado também comentou os impasses envolvendo a Federação União Progressiva nos Estados e negou que isso possa comprometer a construção política da oposição. De acordo com ele, o União Brasil tem protagonismo e condições de apresentar nomes competitivos.



Créditos: R7 e BNews

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