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PT iniciou ‘batalha dos bonés’ no Congresso, mas acabou perdendo para a direita

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 5 de fev.
  • 2 min de leitura
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) postou nesta terça-feira (4) um vídeo vestindo um boné azul com a inscrição "o Brasil é dos brasileiros" e entrou na "batalha dos bonés" travada entre governistas e políticos da oposição.


A postagem foi feita um dia depois da sessão do Congresso em que aliados de Lula e oposicionistas utilizaram bonés para passar recados, marcar território e provocar seus adversários.


Na sessão, parlamentares governistas utilizaram bonés com a mesma frase do item usado por Lula.


Já deputados da oposição utilizaram um boné nas cores verde e amarela com a inscrição: "Comida barata novamente. Bolsonaro 2026". Além de utilizarem o acessório, os oposicionistas levaram ao plenário da Câmara pacotes de café e picanhas para criticar o preço dos alimentos.


Nas últimas semanas, o uso de bonés se tornou mais uma forma de passar recados políticos e reafirmar identidades dentro do cenário político.


Tudo começou em janeiro, logo após a posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quando o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apareceu com um boné vermelho estampado com a icônica frase "Make America Great Again" — símbolo das campanhas do republicano.


Inspirado no boné vermelho da campanha de Donald Trump, o ministro Sidônio Palmeira apostou na criação de um item semelhante para passar mensagens no Congresso. Cerca de 100 bonés com a frase “O Brasil é dos brasileiros” foram confeccionados e distribuídos a aliados do governo. Sidônio foi escalado para a Secom para melhorar a comunicação do governo com a população e o desempenho de Lula nas redes sociais.


A oposição reagiu rapidamente. Parlamentares bolsonaristas lançaram sua própria versão do boné, desta vez com mensagens críticas à alta da inflação e ao custo de vida no país. O modelo de maior repercussão trouxe a inscrição “Comida barata novamente — Bolsonaro 2026”, reforçando a narrativa da oposição sobre a economia.


A disputa ganhou ainda mais visibilidade após ser mencionada na GloboNews. Durante a cobertura do caso, a jornalista Daniela Lima demonstrou incômodo com o desfecho da polêmica em Brasília. “Na guerra dos bonés, a esquerda perdeu e merece ver o Eduardo Bolsonaro segurando uma picanha e um café no plenário da Câmara”, afirmou a apresentadora, em tom de desaprovação.


Além dos acessórios, oposicionistas exibiram itens como um pacote de café com a imagem do presidente Lula e a frase “Nem picanha, nem café”, além de uma peça de picanha associada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, nomeada como “Picanha Black”.


Créditos: G1 e Conexão Política

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