PSB confirma João Campos como pré-candidato ao governo de Pernambuco em 2026
- Jason Lagos
- 14 de out.
- 2 min de leitura

A declaração foi feita nesta segunda-feira (13) pelo presidente estadual da sigla, deputado Sileno Guedes
Pela primeira vez, o PSB citou oficialmente que o prefeito do Recife, João Campos, será o candidato do partido ao governo de Pernambuco nas eleições de 2026. A declaração foi feita nesta segunda-feira (13) pelo presidente estadual da sigla, deputado Sileno Guedes, em entrevista à Rádio Folha.
Segundo Sileno, o prefeito reeleito está concentrado nas ações da Prefeitura, mas já é considerado internamente o nome natural da legenda para a disputa estadual. O dirigente também criticou o que chamou de “antecipação do debate eleitoral” por parte do governo estadual, mas ressaltou que o PSB “tem um projeto diferente do que está sendo implantado hoje”.
O episódio mais recente do que foi chamado de antecipação de debate eleitoral foi sobre as creches. A governadora afirmou que a prefeitura do Recife pediu 10 creches e não indicou terreno. Do outro lado, o prefeito respondeu que indicou o terreno em agosto de 2023.
Durante a entrevista, o dirigente estadual elogiou a atuação administrativa e política do prefeito do Recife. Ele destacou a “capacidade de realizar, a disposição de liderar pautas importantes e a nova forma de enfrentar velhos problemas”, atribuindo a João Campos, presidente nacional do PSB, protagonismo no campo da centro-esquerda nacional.
Sileno também afirmou que o desempenho eleitoral recente do PSB demonstra a força da sigla no Estado. Segundo ele, a reeleição de João Campos em 2024, com votação recorde de 78% dos votos, e a maior bancada de vereadores eleitos no Recife fortalecem o partido para as disputas de 2026.
O presidente estadual do PSB descartou a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apoiar dois palanques em Pernambuco, hipótese levantada por setores do Partido dos Trabalhadores. Ele citou o episódio de 2006, quando o petista teve candidaturas apoiadas por Eduardo Campos (PSB) e Humberto Costa (PT), mas avaliou que o cenário atual é distinto.
Créditos: jamildo.com



Comentários