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"Nada impede" que haja candidatura avulsa ao Senado, diz Marília Arraes

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 19 de nov.
  • 2 min de leitura
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Marília destacou a necessidade de que os senadores eleitos ajudem o governo do presidente Lula


A ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) disse, na segunda-feira (17), que “nada impede que aconteça” uma candidatura avulsa para o Senado em 2026 dentre os aliados do prefeito do Recife e provável candidato ao governo estadual, João Campos (PSB).


Marília, que tem seu nome ventilado ao Senado, mas ainda não se declara oficialmente pré-candidata, ressalta, porém, que para sair um candidato avulso é preciso “haver um acordo”, caso isso fortaleça o projeto.


Pelo menos quatro nomes são cotados para compor a chapa liderada pelo prefeito João Campos: o atual senador Humberto Costa (PT), Silvio Costa Filho (Republicanos) e Miguel Coelho (UB). Como a candidatura à reeleição do senador Humberto Costa é dada como certa, restaria apenas mais uma vaga na chapa.


“Eu acho que é um grande trunfo do prefeito João Campos, ter vários nomes querendo estar com ele na chapa. Se por acaso tiver que haver uma arrumação para trazer para coligação partidos com o tempo e TV e tudo, acho que tem que ter uma compreensão do grupo de uma maneira geral, mas pode haver também um acordo, uma combinação para que haja mais de dois candidatos ao Senado, nada impede que isso aconteça. O que eu farei, farei combinado com o conjunto, se for estratégico para o nosso futuro candidato a governador ter mais de um candidato a senador”, afirmou Marília, em entrevista à Rádio Folha.


A ex-deputada ainda ressaltou que nem todos os nomes colocados para a chapa de João Campos, apoiam a reeleição do presidente Lula, o que poderia pesar na decisão de quais candidatos se manteriam na chapa majoritária. “A gente sabe que tem pessoas dentro do nosso campo que têm uma resistência a apoiar o presidente Lula na reeleição. Então não somente eu, mas outro poderia sair avulso”, explicou.


Marília destacou a necessidade de que os senadores eleitos ajudem o presidente garantindo sua governabilidade se reeleito. “Quem tem essas posições firmes para isso? No nosso campo, que é assumidamente lulista, precisa dessa garantia. Não tô aqui para criar confusão dentro do grupo, muito pelo contrário, quero contribuir para agregar”.


A ex-deputada defendeu que a chapa para o Senado em 2026 foque em nomes competitivos, e não por figuras que precisem ser "arrastadas" pelo candidato ao Governo. "Não será uma eleição para se arrastar ninguém", afirmou Marília.


Ao defender um "nome competitivo", Marília valoriza seu próprio capital político. A pesquisa Datafolha divulgada em outubro a coloca na liderança em todos os cenários, com 39% das intenções de voto, à frente de Humberto Costa (26%) e Miguel Coelho (19%). Silvio Costa Filho aparece com apenas 9%, o que, na lógica defendida por Marília, o colocaria em evidente desvantagem.



Créditos: Diário de Pernambuco e jamildo.com

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