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Julgamento noTSE pode mudar disputa para o Senado em Pernambuco

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • há 4 dias
  • 1 min de leitura
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Dependendo da resposta da consulta, João Campos poderá ter mais de dois candidatos ao Senado


O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai analisar a possibilidade de partidos políticos que formarem coligações para a eleição para governador se coligarem com legendas diferentes com vista às eleições para o Senado Federal. São as chamadas "coligações cruzadas".


O questionamento foi provocado em consulta formulada pelo diretório nacional do Republicanos, legenda do ministro pernambucano Silvio Costa Filho.


Advogados eleitorais lembram que questão já foi respondida pelo próprio TSE para as eleições de 2022. Atualmente, o partido que coliga para apoiar um candidato a governador, obrigatoriamente tem que apoiar todos os candidatos a senador da chapa.


Em 2022, o TSE ficou dividido sobre a questão, com um placar de 4x3. Agora, em 2026, a composição do tribunal eleitoral é outra, abrindo chance para a mudança de entendimento. A resposta à consulta pode alterar o panorama eleitoral nos Estados, inclusive em Pernambuco.


Atualmente, vários pré-candidatos disputam a indicação para as duas vagas de senador na provável chapa liderada pelo prefeito João Campos, em 2026. Os nomes lembrados são Humberto Costa, Marília Arraes, Miguel Coelho e Silvio Costa Filho - do partido consulente.


Dependendo da resposta da consulta, virtualmente João Campos poderá ter mais de dois candidatos ao Senado. Os partidos que se coligarem para apoiar João Campos, por exemplo, poderão se dividir no apoio aos candidatos ao Senado.



Créditos: jamildo.com

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