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Joaquim Barbosa diz que só será candidato com apoio do eleitor e estrutura de campanha

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Presidente do diretório paulista, o ex-deputado Cândido Vaccarezza disse que Barbosa é "inapoiável"


O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa afirmou à jornalista Mônica Bergamo, da Folha, que pensa sim em ser candidato à Presidência da República. Ele diz, no entanto, que uma série de condições têm que estar presentes para que ele concorra no pleito deste ano.


Barbosa se filiou ao DC (Democracia Cristã) em abril e a divulgação, pela direção do partido, de que pretende lançá-lo candidato provocou uma turbulência na legenda.


Também pré-candidato, o ex-deputado federal Aldo Rebelo (DC) considerou o ato uma "afronta" e disse que se manterá na disputa.


Presidente do diretório paulista, o ex-deputado Cândido Vaccarezza disse que Barbosa é "inapoiável" e que vai trabalhar contra a candidatura dele ao Palácio do Planalto.


Em resposta, o presidente nacional da legenda, João Caldas, afirmou que vai expulsar "sumariamente" quem for contra a candidatura e divulgou uma nota reafirmando a pré-candidatura de Barbosa.


O ex-ministro do STF, por sua vez, diz que "a escolha do candidato cabe ao partido. Só haverá candidaturas oficializadas, portanto, a partir de agosto, depois de realizada a convenção [do DC]".


"Eu só seria candidato se forem preenchidas algumas condições", afirma. Uma delas, diz, é a aprovação do eleitorado à iniciativa. "Eu precisaria sentir boa receptividade", pontua.


A segunda condição é ter estrutura para fazer campanha. Caso o partido [DC] consiga estabelecer alianças com outras legendas que o permitam ter tempo de TV e recursos, as condições estarão dadas, afirma o ex-ministro.


O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, disse à CNN Brasil que uma eventual candidatura do ex-ministro do STF ao Palácio do Planalto, é uma “piada”.


Para o dirigente de direita, a trajetória do ex-magistrado não o credencia para assumir a Presidência da República em 2027.


“Piada”, disse o dirigente de direita. “Quem se aposenta com 59 anos no Supremo Tribunal Federal não pode ser presidente”, acrescentou.


Valdemar também lembrou que Barbosa foi eliminado em uma prova oral de um concurso no Instituto Rio Branco, em 2013. Em entrevista, o ex-ministro disse que sofreu discriminação do Palácio do Itamaraty, o que foi negado pela chancelaria brasileira.


Em 2014, Barbosa surpreendeu a Suprema Corte ao anunciar sua aposentadoria antecipada. Na época, ele sofria de dores crônicas nas costas e vinha recebendo ameaças na internet.


Ele foi relator do processo do mensalão na Suprema Corte e chegou a flertar com uma candidatura presidencial em 2018, pelo PSB, mas desistiu.



Créditos: Folha de SP e CNN Brasil

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