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Humberto Costa descarta a possibilidade de compor chapa para o Senado com Miguel Coelho

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 13 de jan.
  • 2 min de leitura

Miguel Coelho (E) continua trabalhando para ser o nome escolhido na Federação para disputar o Senado


As polêmicas geradas nos últimos dias a partir das declarações do ex-prefeito de Petrolina e pretendente ao Senado, Miguel Coelho (União Brasil), têm se acentuado nos bastidores políticos. Fontes ligadas ao PT deixam claro que o senador Humberto Costa não aceita disputar a reeleição compondo chapa com Miguel.


Na sexta (9), em entrevista ao blog Cenário, Miguel afirmou que continua trabalhando para ser o nome escolhido na Federação União Progressista para disputar o Senado nas eleições deste ano. Para ele, a federação terá papel decisivo no cenário político de Pernambuco.


"Vamos sim ter um candidato ao Senado, porque eu coloquei o meu nome à disposição não só do União Brasil, não só da Federação União Progressista, mas de todo esse espaço político que a gente hoje milita", afirmou.


Mais adiante, o ex-prefeito disse uma frase enigmática: "E quem enxergar isso, enxergar o nosso potencial, enxergar a nossa densidade, mas acima de tudo, reconhecer que a gente faz política com respeito, entregando, transformando a política em resultado, a gente vai estar junto dessa pessoa que confiar e acreditar na gente”.


Entre os petistas, a trajetória da família Coelho é vista com forte desconfiança. No campo da esquerda, sobretudo dentro do PT, predomina a avaliação de que se trata de uma atuação historicamente marcada pelo oportunismo político.


As fontes lembram que o grupo já apoiou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), depois se aproximou de Lula (PT). O pai dele, o ex-senador Fernando Bezerra Coelho, foi ministro no governo Dilma Rousseff (PT), indicado pelo PSB, mas acabou participando do movimento que levou à sua cassação, com a nomeação de seu filho, o deputado federal Fernando Filho (União Brasil), como ministro no governo Michel Temer (MDB).


O quadro se agravou posteriormente, quando a família se tornou aliada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). FBC foi líder do governo em 2019, e após três anos o grupo rompeu com a direita. Agora, tenta novamente encontrar conforto político ao buscar uma reaproximação com o campo da esquerda, espaço no qual, segundo os petistas, nunca militou de fato, sequer teve identidade e agora não será aceita.


Ainda de acordo com essas fontes, há uma reação firme do presidente Lula e de toda a cúpula petista em Brasília com o objetivo de qualquer composição desse tipo seja descartada.



Créditos: Blog do Ricardo Antunes e Blog Cenário

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