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Forças Armadas reconhecem vice de Maduro como presidente; Rubio exige colaboração com os EUA

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 4 de jan.
  • 2 min de leitura

As Forças Armadas da Venezuela anunciaram apoio a Delcy Rodríguez, vice de Nicolás Maduro que assumiu a Ppresidência do país após o líder chavista ser capturado pelos Estados Unidos. O posicionamento foi divulgado neste domingo (4), em nota assinada pelo ministro da Defesa, Vladímir Padrino López.


Depois do ataque contra o território venezuelano, que resultou na queda de Maduro, o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) determinou que Rodríguez assumisse, de forma interina, o comando do país.


Antes de assumir o controle do país oficialmente, Rodríguez acusou os EUA de buscar uma “mudança de regime” na Venezuela, com o objetivo de se apoderar dos “recursos energéticos, minerais e naturais” venezuelanos.


Mesmo com a afirmação de Donald Trump sobre a vice-presidente da Venezuela estar trabalhando com Washington após a queda de Maduro, Delcy afirmou que o país nunca voltará a ser colônia de potências internacionais.


Até o momento, o futuro da Venezuela ainda está cercado de mistérios. Depois de Maduro ser enviado para o território norte-americano, onde será julgado por crimes relacionados ao tráfico de drogas, Trump afirmou que os EUA vão governar o país durante um período de transição. Maiores detalhes, porém, ainda não foram divulgados por Washington.


Donald Trump ameaçou a atual comandante do país, Delcy Rodríguez, e afirmou que a vice de Nicolás Maduro poderá pagar um “preço alto” se não colaborar com os planos dos Estados Unidos. A declaração do líder norte-americano aconteceu neste domingo (4), durante entrevista ao jornal The Atlantic.


No sábado (3), o líder republicano sinalizou que as forças dos EUA estacionadas na América Latina e Caribe estão prontas para uma possível segunda onda de ataques contra a Venezuela, “caso seja necessário”.


O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o governo está disposto a trabalhar com os atuais líderes da Venezuela se tomarem “as decisões certas”. A declaração foi dada ao jornal CBS neste domingo (4), um dia depois da operação militar que capturou o presidente Nicolás Maduro e sua mulher, Cilia Flores.


Rubio disse que Washington manterá “instrumentos de pressão” caso o governo interino venezuelano não atenda às expectativas americanas.



Créditos: Metrópoles de Poder360

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