Flávio é ovacionado e Messias se isola em trio da Marcha para Jesus

Flávio esteve no evento ao lado do governador de SP e pré-candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas
O senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL (Partido Liberal), Flávio Bolsonaro, foi ovacionado durante participação na Marcha para Jesus nesta 5ª feira (4) em São Paulo. O advogado-geral da União, Jorge Messias, também participou do evento, mas se isolou no trio. Ele foi para o evento representando o presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT).
Durante a marcha, Flávio disse que o Brasil vive uma “grande guerra espiritual”. O político disse também que gostaria que seu pai, Jair Bolsonaro (PL), estivesse presente no evento, e que o mal será expulso do governo neste ano.
Questionado sobre a polarização política no evento, o AGU, Jorge Messias, afirmou que quem está no evento é por um único propósito: “louvar e adorar” Jesus Cristo.
“A mesa de Jesus é para Pedro, para Tiago, para Judas. Jesus não fez segmentação na sua mesa. Nós estamos aqui com um único propósito: louvar e adorar o nome do nosso senhor Jesus Cristo. Sem segregação, com amor, com coração leve”, afirmou Jorge Messias.
Flávio esteve no evento ao lado do governador de São Paulo e pré-candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB).
Também foram à marcha os pré-candidatos ao Senado por São Paulo, deputados André do Prado (PL), e Guilherme Derrite (PP), e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Eles estavam no mesmo trio de Flávio e Tarcísio.
A programação contou com participantes de diversos países, entre eles Estados Unidos, México, Israel, África do Sul, Portugal, Venezuela, Colômbia e Argentina.
A Marcha para Jesus no Brasil teve sua 1ª edição em 1993, inspirada em um evento homônimo realizado desde os anos 1980 no Reino Unido.
Em 2009, Lula, em seu 2º mandato, sancionou a lei que colocou a celebração no calendário oficial do Brasil. O petista nunca participou da marcha.
Em 2019, Jair Bolsonaro foi o 1º presidente a estar presente no evento evangélico, interrompido nos 2 anos seguintes por causa da pandemia de covid-19. Em 2022, ano de sua tentativa frustrada de reeleição, ele voltou à marcha, quando repetiu bordões contra “ideologia de gênero”, aborto e liberação das drogas.
Créditos: Poder360, O Tempo e Pleno News




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