Flávio Bolsonaro cresce 3 pontos e encosta em Lula na primeira pesquisa Genial/Quaest de 2026
- Jason Lagos
- 14 de jan.
- 2 min de leitura

O senador do PL aparece como o principal nome da oposição no cenário de primeiro turno
A primeira pesquisa Genial/Quaest do ano para a Presidência da República em 2026, divulgada nesta terça-feira (14), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em forte ascensão.
Realizado entre 8 e 11 de janeiro com 2.004 entrevistas, o levantamento aponta Lula (PT) com 35% das intenções de voto (-2 pontos em relação à rodada anterior), enquanto Flávio avança 3 pontos e chega a 26% — encurtando a distância e se consolidando como o nome da direita com maior tração.
Os números revelam:
• Lula (PT): 35% (-2)
• Flávio Bolsonaro (PL-RJ): 26% (+3)
• Ratinho Jr. (PSD-PR): 9% (-2)
• Ronaldo Caiado (União-GO): 4% (+1)
• Romeu Zema (Novo-MG): 3% (-1)
• Aldo Rebelo (DC): 2% (+1)
• Renan Santos (Missão): 1% (=)
Em um dos cenários com os nomes de Flávio e Tarcísio de Freitas (Republicanos) incluídos, Lula tem 36% e Flávio 23%, enquanto Tarcísio aparece com 9%. Num outro cenário, Lula registra 40%, Flávio 23% e Tarcísio 14%.
No quesito rejeição, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 55%; Lula 54%; Tarcísio de Freitas 43%; Ratinho Junior 41%; Ronaldo Caiado 36%; Romeu Zema 36%; Aldo Rebelo 27%; Renan Santos 21%.
Na mesma pesquisa Genial/Quaest, o governo Lula é desaprovado por 49% dos eleitores e aprovado por 47%. Outros 4% não souberam ou optaram por não responder.
O crescimento de Flávio ocorre em momento em que o eleitorado conservador busca um nome capaz de representar o legado bolsonarista, especialmente após a indicação do ex-presidente Jair Bolsonaro como seu sucessor na disputa. O senador aparece como o principal nome da oposição no cenário de primeiro turno, superando governadores que vinham sendo testados como alternativas.
A sondagem, encomendada pelo banco Genial, reforça a percepção de que a direita começa a se organizar em torno de Flávio, com potencial para atrair votos antipetistas em ano eleitoral. Enquanto Lula mantém a liderança, a queda de 2 pontos indica desgaste em temas sensíveis como economia e segurança pública — áreas historicamente críticas para governos de esquerda.
Comparado a levantamentos anteriores da Quaest (como o de dezembro de 2025, onde Flávio aparecia em torno de 23% em cenários semelhantes), o avanço atual sinaliza momentum positivo para o campo conservador. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
O resultado anima bolsonaristas e reforça a narrativa de que o PL pode manter a força oposicionista em 2026, mesmo sem o nome do ex-presidente na urna. A corrida segue aberta, com foco agora na consolidação da direita em torno de um único nome competitivo.
Créditos: Portal VV8 TV e Poder360




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