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Flavio compara saída de Suzane von Richthofen a veto de Moraes a visitas a Bolsonaro no dia dos pais

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • há 18 horas
  • 2 min de leitura

Depois de ter o pedido para visitar o pai negado, Flávio divulgou no Dia dos Pais uma carta dirigida a ele


O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usou o X no domingo (9) para compartilhar uma publicação que contrapõe o caso de Suzane von Richthofen à proibição de o expresidente Jair Bolsonaro (PL) receber os filhos no Dia dos Pais.


Na publicação, Flávio disse o seguinte: “Suzane von Richthofen, condenada por assassinar os próprios pais, teve saída temporária no Dia dos Pais. Jair Bolsonaro, que não matou ninguém, foi proibido de receber a visita dos próprios filhos. Isso não é Justiça. É crueldade!”


Suzane von Richthofen foi condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, em 2002. Ela abriu a porta da casa da família, no Brooklin, em São Paulo, para que os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos entrassem no imóvel. Manfred e Marísia foram mortos com golpes na cabeça. Atualmente, Suzane cumpre pena em regime aberto.


Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária em Brasília. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou no sábado (8) um pedido da defesa para que Carlos Bolsonaro (PL-SC), Jair Renan (PL-SC) e Flávio visitassem o pai no domingo (9). Os advogados haviam afirmado que o encontro teria caráter “estritamente humanitário e familiar”.


Segundo Moraes, a autorização contrariaria as restrições impostas ao ex-presidente. Entre as medidas está a suspensão por 30 dias de visitas de caráter político. O ministro do STF também restringiu por 3 meses os encontros entre Flávio e o pai depois de considerar que Bolsonaro descumpriu a proibição de usar as redes sociais por intermédio de terceiros.


O episódio se deu depois de Flávio obter uma carta escrita pelo expresidente durante uma visita e divulgá-la nas redes sociais. Moraes entendeu que a publicação representou descumprimento das medidas cautelares. A defesa declarou que Bolsonaro não sabia que o filho pretendia publicar o documento. O ministro da Corte proibiu visitas com finalidade eleitoral até o fim das eleições de 2026.


Depois de ter o pedido para visitar o pai negado, Flávio divulgou no Dia dos Pais uma carta dirigida a Bolsonaro. Em um vídeo, o senador chorou enquanto escrevia a mensagem e classificou a proibição como “insana”, “injusta” e “triste”.


Ele escreveu: “Estou com saudade de ouvir sua voz, sua risada, suas piadas sem graça”. Flávio afirmou que espera ver o pai fora da prisão e disse imaginar Bolsonaro lhe entregando a faixa presidencial em janeiro de 2027.



Créditos: Poder360

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