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Em meio à disputa com Miguel Coelho, Eduardo da Fonte tem maioria na União Progressista para disputar Senado

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 28 de dez. de 2025
  • 3 min de leitura

O deputado Eduardo da Fonte participou, neste domingo (28), da 67º Missa do Vaqueiro em Floresta


As primárias das eleições para o Senado pelo União Progressistas já começaram em Pernambuco. Nos últimos dias, deputados estaduais que participam da federação intensificaram manifestações públicas de apoio ao deputado federal Eduardo da Fonte (PP) como pré-candidato à Casa Alta em 2026.


O movimento ocorre em meio às disputas internas pela vaga na federação e às articulações para a formação da chapa majoritária.


Por enquanto, a legenda está com a governadora Raquel Lyra (PSD) , mas o prefeito do Recife, João Campos (PSB) quer atrair o grupo para a Frente Popular, com o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que também se coloca como pré-candidato ao cargo pela mesma federação.


Parlamentares do União Progressistas e até do PSB passaram a defender o nome de Eduardo da Fonte como opção da federação para a vaga ao Senado, destacando a sua atuação no Congresso Nacional, a capilaridade política no Estado e o protagonismo na destinação de recursos via emendas parlamentares para a saúde pública.


Entre os apoios, a deputada estadual Roberta Arraes (PP) apontou o papel do parlamentar na viabilização do Primeiro Hospital do Câncer do Sertão do Araripe, com recursos superiores a R$ 8 milhões em emendas.


O deputado Antônio Moraes (PP), vice-líder do governo na Assembleia Legislativa, também reforçou a defesa do nome de Eduardo da Fonte para compor a chapa da governadora Raquel Lyra. Segundo ele, o parlamentar reúne experiência e capacidade de articulação.


O secretário estadual de Turismo e Lazer, Kaio Maniçoba (PP), afirmou que a maioria da federação trabalha pelo apoio à reeleição da governadora e defendeu o nome de Eduardo da Fonte para o Senado.


Na mesma linha, o líder do PP na Alepe, Henrique Filho, avaliou que a pré-candidatura de Dudu da Fonte ao Senado é resultado de uma construção política consolidada.


Outros parlamentares estaduais também se manifestaram. Claudiano Filho (PP) citou investimentos em hospitais como IMIP, Hospital do Câncer de Pernambuco e Hospital da Restauração.


Pastor Junior Tércio (PP) afirmou que a vaga exige experiência e articulação em Brasília, enquanto Adalto Santos (PP) reforçou a atuação do deputado na defesa do SUS e na destinação de recursos para hospitais públicos.


Cleiton Collins (PP) também defendeu a candidatura de Eduardo da Fonte ao Senado em 2026, e até um deputado do União Brasil de Miguel, Romero Filho, declarou que o nome mais preparado para o Senado é de Eduardo da Fonte.


Alguns deputados do PSB também passaram a externar apoio. Dannilo Godoy afirmou que a construção política da federação aponta para o nome de Eduardo da Fonte. Já France Hacker destacou a base política do deputado e a liderança da federação no Estado.


As manifestações ocorrem em meio ao embate interno com Miguel Coelho, presidente estadual do União Brasil, que também se apresenta como pré-candidato ao Senado. Eduardo da Fonte sustenta que a executiva nacional da federação definiu que a indicação das candidaturas seguirá o critério da maioria partidária em cada Estado, o que colocaria o PP em posição de indicar o nome em Pernambuco.


Miguel Coelho, por sua vez, contesta essa interpretação e afirma que o estatuto da federação exige unanimidade para a definição das candidaturas majoritárias estaduais.


O fortalecimento do nome de Eduardo da Fonte ocorre após encontros reservados com a governadora Raquel Lyra, incluindo uma reunião no Palácio do Campo das Princesas que teve 2026 como pauta. Desde então, deputados do PP passaram a defender de forma mais aberta a entrada do parlamentar na disputa majoritária.


O prefeito João Campos tenta atrair a federação União Progressistas para sua órbita. No início do mês, viajou a Araripina, no Sertão, para se reunir com Antônio Rueda, presidente nacional do União Brasil.


A aproximação com Rueda pode ser uma tentativa do prefeito do Recife de articular o União Brasil para sua base em 2026 e acomodar o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. O objetivo seria viabilizar Miguel na chapa majoritária, mesmo que o União Brasil esteja em federação com o Progressistas.



Créditos: Blog de Jamildo

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