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Com receio de defecções João Campos faz agenda com Sílvio Filho e relata conversa com Miguel Coelho

  • Foto do escritor: Jason Lagos
    Jason Lagos
  • 16 de jan.
  • 2 min de leitura

O prefeito divulgou em suas redes uma visita que fez ao lado do ministro ao Aeroporto dos Guararapes


O prefeito João Campos, que enfrentou essa semana incertezas na área política sobre o seu grupo político aproveitou a manhã desta quinta-feira para tentar desfazer rumores sobre o comportamento do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que fez críticas indiretas ao PSB, lembrando o abandono do sertão nos últimos tempos, e deu uma entrevista deixando em aberto a perspectiva sobre o palanque em que subirá este ano.


Campos também buscou um contato mais estreito com o ministro Sílvio Costa Filho, que chegou a pensar em ficar no Ministério dos Portos e Aeroportos, desistindo da luta pelo Senado ao sentir que sua vaga não estava garantida no palanque da Frente Popular.


Logo cedo da manhã, o prefeito divulgou em suas redes sociais uma visita que fez ao lado do ministro ao Aeroporto dos Guararapes, que está sendo ampliado, e o parabenizou pelo trabalho no ministério. Sílvio também elogiou João Campos, ao afirmar que tinha sido cobrado por ele sobre as obras do Aeroporto, ressaltando que elas vão custar R$ 600 milhões e serão concluídas em um período de cinco anos, e que só na modernização e recuperação do antigo terminal estão sendo investidos R$ 60 milhões.


Depois, após a inauguração da Ponte do Arruda, o prefeito afirmou em entrevista, mesmo sem ser indagado sobre o assunto, que conversou bastante com Miguel Coelho: “fizemos uma leitura do cenário e ele está muito animado – ressaltou. Nosso conjunto politico está muito animado. Eu disse que 2026 seria um grande ano para nós e esta profecia está se realizando”- concluiu.


João tem tido problemas para contentar o grupo que se formou a seu lado, onde tem mais pré-candidatos ao Senado do que vagas para a disputa. Além de Miguel Coelho e Sílvio Filho, corre por fora a ex-deputada federal Marília Arraes, sem falar na possiblidade, hoje bastante reduzida, de um acerto com o deputado federal Eduardo da Fonte.


Uma das vagas já estaria garantida para o senador Humberto Costa, mas o PT ainda não definiu sua posição na esfera local, onde um grupo defende o apoio à governadora e outro ao prefeito. No caso de Miguel Coelho, há outro obstáculo a ser transposto: ele é da Federação União Progressista onde há  outro pré-candidato ao Senado, só que na chapa de Raquel Lyra – Eduardo da Fonte, do PP, presidente da Federação no Estado.



Créditos: Blog Dellas

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